Heroes – 306 – Dying of The Light

Publicado: 18 de dezembro de 2008 em Heroes

Exibido em 20.10.2008 na NBC

E mais um vilão sai de cena. Adam Moore virou pó graças a papai Petrelli, que sugou o poder do milenar imortal. Sylar teve a quem puxar seu poder sanguessuga, hein? Não custa lembrar mais uma vez, só para espezinhar a série, que Adam foi recrutado do nada, porque ninguém preveria que ele seria libertado por Hiro a mando de Ângela Petrelli e estaria disponível. Para tudo!!! Adam estava na premonição de Ângela Petrelli. E agora?????

Enquanto isso o recrutamento prossegue. Ou melhor, não prossegue. Todos os que tentaram ser recrutados por Daphne nesse episódio acabaram ficando apenas com o cartão de visitas na mão. Santa propaganda, Batman. Usar os poderes da velocista para isso é hilário.

O inverossímil nisso tudo é mais uma maneira torta de se fazer as coisas. Porque papai Petrelli usa um competente manipulador de mentes para criar um Linderman imaginário que contrata uma jovem que não tem experiência nenhuma em persuadir alguém? Não era mais simples o papai Parkman convocar todos diretamente com seu poder de persuasão?

Do lado das bizarrices temos Matt retornando da África com uma tartaruga!?! Não merece nem comentário. E para o personagem sobrou a pior trama da temporada (volume) salvar Daphne e torná-la seu grande amor!?!? A personagem dela é tão teen que pensei que seria par romântico de Hiro. Fica óbvio que não sabem o que fazer com o personagem e muito menos com seu poder de ler pensamentos. É a sina de Heroes.

Falando em Hiro, nesse episódio foi explicado como Hiro “matou” Ando. Claro, pulando no tempo e salvando o amigo. O suspense da morte não teria como fugir disso, ou seja, não passava de um suspense vazio o gancho do epsiódio anterior. Já Hiro, na África, tentando pegar o africano precog, foi a parte engraçadinha da vez. A solução de como vencer um precog também foi sem sentido.

Pela terceira vez consecutiva Claire tem a melhor linha de história, de novo com o vilão (monstro) da semana. Dessa vez temos um certo Eric Doyle, que é capaz de manipular os movimentos das pessoas tal qual marionetes. A cena da roleta-russa eleva em muito a nota do episódio. Cenas assim, que colocam os Heróis em situações dramaticamente interessantes, deveriam ser regra.

Mohinder voltou a ser patético. Não que ele tenha feito uma estupidez. Acontece que de monstro ele não parece ter nada. A monstruosidade se constitui em usar meleca para prender pessoas na parede, se bem que ele mudou para o teto agora. Ele não matou nenhuma das vítimas e continua fazendo as pesquisas para reverter o efeito da sua vacina. Cadê a monstruosidade?

Uma curiosidade foi Tracy usando seu poder de congelamento, tanto para atacar mohinder como quebrar as presilhas que prendiam suas mãos. É raro na série os personagens usarem seus poderes em ações rápidas, de força inteligente e para uma virada de mesa. Para uma iniciante no mundo dos heróis ela se saiu brilhantemente, dando um drible em muito herói velhaco. Por exemplo, por que Nathan, logo ao acordar, não usou seu poder de vôo para escapar dali? Ou pelo menos ficar numa posição mais favorável dentro do laboratório.

Nota desse episódio: ****

Expectativa para o próximo: **

Roteiro: Chuck Kim e Christopher Zatta

Direção: Daniel Attias

Audiência:

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