24 Horas – 8×02 – Day 8: 05:00 AM – 06:00 PM

Publicado: 20 de janeiro de 2010 em 24 Horas
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Exibido em 17.01.2010 na Fox

Nessa segunda hora Jack continua determinado a não se envolver mais a fundo na investigação que gerou para a CTU. A apatia, ou a falta de qualquer traço de adrenalina no olhar, impressiona quem estava acostumado a ver esse personagem não ter limites.

Na prática o único fator que o freava era quando tomava uma decisão contrária a que tinha antes. Sua teimosia era sinônimo de obstinação. Aqui, nem a mais perfeita argumentação de Chloe é capaz de persuadi-lo. Também é incrível ver Jack não cumprir o seu lado para com uma amizade.

Claro que não haveria série se ele não mudasse de ideia. E vejam só: é Kim que o libera. Mas que imediatamente ele parte para o tradicional esquema paralelo à CTU, pondo Chloe para apoiar e o acobertar. Não é algo novo, em qualquer temporada Jack, num certo momento da trama, tem que ir contra as instituições, leis e protocolos.

Esse contexto serve para ampliarmos as informações para com os novos personagens. Temos Brian Hastings (Mykelti Williamson) como o diretor da divisão de Nova Iorque metendo os pés pelas mãos em sua arrogância e o agente Cole Ortiz (Freddie Prinze Jr.) tendo que engolir sapo. Este tende a ser a versão Tony/Curtis dessa temporada, o boa praça que livrará Jack de tudo no decorrer das horas.

Dana Walsh (Katee Sackhoff) é a única a trazer um plot pessoal para o contexto da CTU, além de ser futura noiva de um agente de campo (outro elemento clássico) ela tem uma outra identidade, Jenny Scott. Por enquanto, é o que se encontra de mais original em relação à série inteira.

No núcleo “Casa Branca”, ou melhor, é provável que o cenário seja a ONU durante o dia inteiro, o avanço é pouco mas já adianta a implicação de um membro da família Hassan com a conspiração. Pior para Taylor, que não passa de uma personagem de apoio à trama do presidente de Kamistan. Saudades de Palmer, e até de Logan.

O vilão Davros (Doug Hutchison) ainda não se destaca, assim como nada até aqui. Duas horas de muito marasmo e a vida para Jack Bauer nem está complicada, o que é inconcebível em 24 Horas. A dramaturgia das relações pessoais de vários personagens é que segura o episódio num nível mediano e aceitável. Somente também não se torna um erro porque amanhã será exibido mais duas horas, onde ainda poderemos torcer por grandes momentos.

Vale lembrar que nem mesmo na temporada mais errática (a sexta) uma abertura foi tão fraca. Aliás, naquela ocasião foi de excelente nível e que por vários caminhos mal elaborados pelos roteiristas tornaram tudo o que se seguiu num desperdício de boas oportunidades. Como aqui começou fraco existe a chance de ir melhorando.

Nota desse episódio: ***

Expectativa para o próximo episódio: *****

Roteiro: Manny Coto & Brannon Braga and Howard Gordon

Direção: Brad Turner

Audiência:

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