Arquivo da categoria ‘Dollhouse’

Exibido em 06.03.2009 na Fox

O produtor Joss Whedow prometeu que Dollhouse melhora lá pelo oitavo episódio. Os três primeiros não empolgaram entre erros e acertos. Esse quarto não chega a ser melhor que os anteriores, embora seja mais equilibrado.

Fica claro que esse episódio é de transição e só está armando terreno para uma virada de trama. E talvez por não querer inventar a roda não se apega a uma história muita rebuscada e acaba apresentando algo de maior consistência. (mais…)

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Exibido em 27.02.2009 na Fox

A graça dessa série também é o ponto de maior dúvida se é de fato bom ou ruim. As missões de Echo sempre envolvem situações estranhas, em particular, no uso de suas personalidades implantadas.

Nesse episodio ela é uma backing vocal, com a missão de proteger uma cantora famosa. Não, ela não é ela é uma guarda-costa infiltrada na equipe, mas também o é. Confuso? A série é confusa. (mais…)

Exibido em 20.02.2009 na Fox

Para uma série que teve uma estreia desequilibrada impressiona constatar que esse segundo episódio funcionaria muito melhor como abertura. Tanto pelo lado da trama da semana quanto pela introdução da mitologia.

O que foi anteriormente muito mastigado (e ao mesmo tempo confuso) aqui flui sem problemas. As pequenas doses de explicação do contexto da organização e/ou estrutura da Dollhouse são mais eficazes mesmo sendo mínimas. O menos vale mais. (mais…)

Exibido em 13.02.2009 na Fox

Essa é uma das séries que desperta muito interesse nas estréias do começo de 2009. Um programa sob a responsabilidade de Joss Whedon, autor de Buffy, Angel e Tru Calling, e tendo como protagonista, quem também estrelou esta última, Eliza Dushku.

Dollhouse parte de uma premissa não muito original, embora de grandes possibilidades: homens e mulheres tem memórias implantadas para realizarem atividades que nunca conseguiriam no seu normal. A diferença aqui é que esses implantes (verdadeiras novas personalidades independentes) são apagados após o uso e o receptor volta a ser um boneco vazio. Digamos, um zumbi feliz. (mais…)