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Exibido em 31.07.2007 na FX

O segundo episódio não chega a ser tão impactante como o primeiro mas mantém todo o mesmo ritmo na narrativa e dá aos mistérios já propostos alguma leve elucidação. Visivelmente o mote da vez são as complicações. Ninguém escapa delas.

Patty está um pouco menos ácida e até aparece pouco e em cenas mais curtas. Claro, na condução do maior processo que já teve em mãos a segurança é plena e começa a usar muito mais fichas. O único fio de cabelo que ficou branco de preocupação foi por causa do que seu filho anda fazendo com o cartão de crédito, diversão de adultos, digamos assim. (mais…)

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Exibido em 24.07.2007 na FX

Eis uma das maiores surpresas e êxito de 2007. Advocacia é o tema de muitas séries de sucesso, mas Damages difere por trazer uma alta dose de mistério. Tudo porque a protagonista Patty Hewes, numa ótima interpretação de Glen Close, parece ter mais culpa no cartório que aqueles que ela tenta condenar em júri.

Um dos acertos desse piloto é fazer uso do recurso do flashfoward, que caiu na moda graças a Lost, e torná-lo tão entrelaçado a trama que, se o retirarmos e passássemos a ver em ordem linear, a história perderia o impacto. (mais…)

Nada Fofa

Publicado: 24 de dezembro de 2008 em Sem categoria
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Exibido em 23.12.2008 na Globo

Fernanda Young e Alexandre Machado atacam novamente. Oba. Dessa vez com a criação mais fraca de todas que já elaboraram juntos. Hááá. Caso seja um episódio-piloto será difícil vingar. Oops.

Se alguém te contasse que a história é sobre uma advogada que acredita estar surtando e passa a ver um bicho de pelúcia de sua altura, um pintinho rosado, você perguntaria se é um anime, certo? Bom, estaria enganado. É uma série live-action.

Vinda de um trauma de infância, onde seus pais um dia revelaram prematuramente que desde coelhinho da páscoa à Papai Noel não existem, Nádia Vogel (Letícia Spiller), num belo dia, dá de cara com um tal de Pintonildo, um personagem de um programa infantil que assistia.

Nada, digo, Nádia, não entende a mínima. E nem nós expectadores. No máximo ficamos sabendo que ela tem um psiquiatra que prescreve um medicamento tarja preta numa boa para parar com as alucinações.

O episódio é engraçado mas nem tanto. A direção de Jorge Fernando, tão prático em comédias, fica truncada e está longe daquele ritmo visto em Os Normais ou no mais recente O Sistema.

O problema de ritmo talvez também seja a falta de diálogos rápidos e mordazes. Somente quando aparece Nádia jovem que seus pais tem um diálogo que se aproxima disso. No restante do programa sobram poucos momentos iguais para que tal aconteça.

A presença do Pintonildo se revela em orientar a Nádia a pegar mais leve contra a mulher que afirma que o cliente que ela representa cometeu assédio. Mas o que é pegar leve num tribunal? É deixar o seu cliente perder? Ou fazer a acusação perder com dignidade? Bom, o que Nádia consegue é fazer com que a mulher admita que não houve assédio, e sim, que ambos mantinham um caso em comum acordo.

Então tá, né?

Nota desse especial: **

Roteiro: Fernanda Young e Alexandre Machado

Direção: Jorge Fernando

Audiência: